domingo, setembro 25, 2005


Como te invejo,
Menino travesso que pula enxurrada,
Sem guarda-chuva, sem manto, sem nada,
Só um sorriso na face e a alma encharcada,
Quem me dera tivesse eu este instante,
De pura mágica inventada.
Esquecer-me-ia de que sou só uma andante,
Vagando sob as ausências da lua.
Como te invejo menino travesso,
Quisera eu, ser alma tua...